CaptouCupido Empreendedora
Lista de espera aberta

Um negócio que cabe numa mochila. E dinheiro que entra no seu nome.

Você já sabe fazer a parte mais difícil: chegar e conversar. O resto é método — e é isso que eu vim te entregar.

Há um ano eu entro em bar de Brasília com uma impressora nas costas e saio de lá com gente que se conheceu de verdade. Virou reportagem no Globo Repórter. Agora vira formação para mulheres.

Entre na lista

Chega agora no seu WhatsApp o material Quanto custa virar cupido de verdade — o valor real de montar a operação, item por item, e o caminho pra começar com o celular que você já tem.

Sem spam. Você sai quando quiser, com um toque.

Pronto.

Seu material já está a caminho. O próximo passo é entrar no Clube das Cupidas — é lá que eu aviso a data da aula aberta e a abertura das vagas.

Entrar no Clube das Cupidas →

O Catálogo dos Solteiros já apareceu em

Globo RepórterG1R7GloboplayJornal de Brasília
Comece por aqui

Você já teve essa conversa com você mesma.

Geralmente numa terça de manhã, no caminho do trabalho. E ela sempre trava no mesmo lugar.

O dia inteiro já tem dono

Entre o trabalho, a casa e as pessoas que dependem de você, o tempo que sobraria pra construir alguma coisa sua simplesmente não existe na agenda.

Toda ideia pede dinheiro que você não tem parado

Ponto comercial, estoque, funcionário, capital de giro. A conta começa em milhares antes da primeira venda acontecer.

Conselho genérico não falta

Falta alguém que já fez, olhando pra você e dizendo o que fazer na segunda-feira de manhã. Nessa ordem, com esse valor, começando por aqui.

E no fundo, aquela dúvida sobre você mesma

Se você tem perfil pra isso. Se dá conta. Se é do tipo que empreende. Eu comecei com a mesma dúvida e vou te contar o que ela realmente significa.

“Não faz sentido só você fazer algo tão legal.”
Uma cliente, numa mesa de bar, em Brasília
Por que essa lista existe

A pergunta veio do outro lado da mesa.

Todo fim de semana alguém me para pra perguntar a mesma coisa. Se eu tenho representante. Se eu faço franquia. Se eu vou até a cidade dela.

Uma delas resumiu melhor do que eu conseguiria — e está aí em cima.

Ela tinha razão. O que eu construí em um ano é um método. Tem abordagem, tem operação, tem preço, tem parceria com estabelecimento. Tem o que fazer quando a impressora falha com o bar cheio. Tudo isso cabe num curso, e é isso que eu estou montando.

A lista é pra quem quer ser avisada primeiro. Quem entra agora recebe o material de custo real, vê a aula aberta antes de todo mundo e tem a primeira chance nas vagas da turma inicial — que vai ser pequena de propósito.

A bandeira

Por que essa formação é só para mulheres.

Eu passo três noites por semana entrando em bar, com equipamento nas costas, puxando conversa com mesa cheia de gente que eu nunca vi. Aprendi a fazer isso com segurança e com naturalidade — e é uma das coisas que eu mais quero ensinar, porque foi a que mais me custou.

A outra é mais simples de dizer e bem mais difícil de conquistar: dinheiro que entra no seu nome. Ganho nas horas que você escolheu trabalhar, num negócio que tem a sua cara e a sua marca na frente.

Autonomia, segurança e o direito de escolher.

E aqui vale dizer o que essa formação não faz: apontar dedo. Quem escolheu carteira assinada, quem escolheu cuidar da casa, quem escolheu viver de freela — cada uma sabe do próprio caminho, e nenhuma precisa de opinião minha sobre isso.

O que eu tenho pra oferecer é uma porta a mais. Você decide se abre.

1 anode operação
em bares de Brasília
~500pessoas já passaram
pelo catálogo
3casais formados,
com nome e sobrenome
5veículos de imprensa,
incluindo a Globo
Material gratuito

Quanto custa virar cupido de verdade

Chega no WhatsApp, na hora
O que você recebe agora

O número honesto, antes de qualquer oferta.

Isso é o que eu gastei pra montar a minha operação, item por item. E onde dá pra cortar.

A lista completa de equipamento

Com o preço de cada item, do jeito que eu montei a minha.

O caminho enxuto

O que dá pra fazer com o celular que você já tem, sem ringlight e sem mochila.

Os cinco erros do meu primeiro mês

Incluindo a abordagem que fazia todo mundo dizer não antes de entender do que se tratava.

Como o catálogo virou digital

E por que essa única mudança reorganizou a operação inteira.

Samantha Hewsen, criadora do Catálogo dos Solteiros
Brasília, desde 2025
Quem está falando

Samantha Hewsen

Eu criei o Catálogo dos Solteiros em agosto de 2025, em Brasília, com uma ideia simples e meio teimosa: tirar as pessoas do aplicativo e devolver pra mesa do bar.

Funciona assim — a pessoa tira uma foto na hora, entra no catálogo daquela noite e pode pedir pra ser apresentada a alguém que está ali, no mesmo lugar, naquele momento. Match a quarenta quilômetros de distância fica pra outro app.

Desde então saiu no G1, na R7, no Globoplay e no Globo Repórter. Tem casal namorando por causa disso. Tem gente que foi ao bar só pra participar.

E tem uma fila de mulheres me perguntando como fazer igual na cidade delas. É pra elas que esse curso está sendo feito.

Antes de você perguntar

Três respostas rápidas

Entrar na lista me obriga a alguma coisa?

Nenhuma. Você recebe o material de custo, o aviso da aula aberta e a informação das vagas quando abrirem. Decide depois, com tudo na mão.

Isso é franquia? Eu vou usar a marca Catálogo dos Solteiros?

É formação. O curso ensina o método — abordagem, operação, precificação, parceria com bar. Cada aluna cria a própria marca, com o próprio nome, na própria cidade, e um dos módulos existe exatamente pra isso.

Preciso comprar impressora antes de começar?

Você roda a primeira edição com o celular que já tem. O material que chega no seu WhatsApp mostra o caminho enxuto e o completo, com o preço dos dois.

Última coisa

Seja a cupido da sua cidade.

Entre na lista e receba agora o custo real de começar. A cidade é sua — o método eu te dou.

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